Técnicos e administrativos do Ensino Privado do RS realizam terceira rodada de negociações

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Os representantes dos técnicos e administrativos defenderam reajuste salarial, nesta terça-feira (28), na terceira rodada de negociações da Campanha Salarial 2017. Trabalhadores da Educação Básica e da Superior se reuniram em câmaras distintas para a construção das Convenções Coletivas de Trabalho (CCTs).

 

Educação Básica

A pauta da Educação Básica teve como discussão central a necessidade de se avançar na implantação do vale-alimentação para a categoria nas escolas. Reivindicação antiga dos técnicos e administrativos, o vale traz benefícios além da ajuda financeira para o trabalhador, que já não consegue retornar para casa nos intervalos para as refeições.

Outro assunto muito discutido na mesa de negociação foi a necessidade de ajustar a redação da cláusula do banco de horas, devido aos inúmeros problemas que vem ocorrendo na sua aplicação. Os técnicos reafirmaram a necessidade de reunião anual para revalidação da cláusula, bem como a necessidade das escolas que adotarem o sistema do banco de horas cumprirem integralmente com o que a convenção estabelece.

 

Educação Superior

Na Educação Superior, os principais debates foram vale-alimentação e vale-transporte. A comissão também afirmou a reivindicação salarial de 7%, piso de 1.350,00 e plano de carreira. “Não vemos mais imperativos para não constar na nossa convenção o vale-refeição. Quanto ao vale-transporte a pergunta é por que o trabalhador tem de pagar para ir trabalhar?” questiona o coordenador-geral da FeteeSul, Celso Woyciechowski.

Quanto ao reajuste salarial, o dirigente Rovane Napp argumentou com o Sinepe que a categoria sabe que as instituições, hoje, têm uma saúde financeira que suportaria o aumento que estão reivindicando.

Já o vale-alimentação e vale-refeição são temas recorrentes trazidos à mesa de negociação, em que é preciso avançar. “Não vemos mais explicação para que o vale-alimentação não seja pago aos trabalhadores. É inadmissível que no ano de 2017 ainda existam trabalhadores que dependam de marmita para garantir sua alimentação no trabalho”, ressalta o dirigente sindical Ademar Sgarbossa.

 

Próxima Rodada – 4 de abril, às 15h30. 

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